Publicado em 12-Dez-2011
Quem devia decidir é o povo do Tapajos e de Carajás...
No Pará, uma parte do Estado - basicamente Belém, sua região metropolitana e municípios que lhes são mais próximos - , comemora o resultado anti-criação dos Estados do Tapajós e de Carajás apurado no plebiscito de ontem.
Na verdade, quem deveria comemorar é a população das duas áreas, do Tapajós e de Carajás, que compareceu maciçamente às urnas e deu uma demonstração de unidade com seu voto praticamente unânime pela criação das duas novas unidades federativas.
Os que comemoram na capital paraense e em seu entorno, festejam a derrota de um plebiscito de mentira, já que quem devia decidir é o povo do Tapajos e de Carajás que votou quase unamimamente pela criação dos dois Estados. Ou, então, o Congresso Nacional que não teve coragem de tomar a decisão certa e montou esse simulacro cujo resultado já era esperado.
Agora, as regiões do Tapajós e de Carajás continuarão à mingua
Os Estados do Tocantins (criado pela Assembleia Nacional Constituinte em 1988) e do Mato Grosso do Sul (desmembrado do Mato Grosso em 1978) estão aí para provar que a criação de novos Estados nesses casos em que se encontram as regiões do Tapajós e de Carajás - abandono total e distâncias não apenas geográficas, mas culturais e sócio-economicas - mais do que justificam a criação dos novos Estados.
Os argumentos populistas e moralistas tão em moda contra a criação, e que se sustentam no custo da implantação dos novos Estados, são ridículos comparados com o extraordinário crescimento do Tocantins e do Mato Grosso do Sul.
Agora Tapajós e Carajás continuarão à mingua enquando o Estado do Para - hoje governado pelos tucanos, sob a liderança do governador Simão Jatene - não consegue cuidar nem da região metropolitana de Belém.
Na verdade, quem deveria comemorar é a população das duas áreas, do Tapajós e de Carajás, que compareceu maciçamente às urnas e deu uma demonstração de unidade com seu voto praticamente unânime pela criação das duas novas unidades federativas.
Os que comemoram na capital paraense e em seu entorno, festejam a derrota de um plebiscito de mentira, já que quem devia decidir é o povo do Tapajos e de Carajás que votou quase unamimamente pela criação dos dois Estados. Ou, então, o Congresso Nacional que não teve coragem de tomar a decisão certa e montou esse simulacro cujo resultado já era esperado.
Agora, as regiões do Tapajós e de Carajás continuarão à mingua
Os Estados do Tocantins (criado pela Assembleia Nacional Constituinte em 1988) e do Mato Grosso do Sul (desmembrado do Mato Grosso em 1978) estão aí para provar que a criação de novos Estados nesses casos em que se encontram as regiões do Tapajós e de Carajás - abandono total e distâncias não apenas geográficas, mas culturais e sócio-economicas - mais do que justificam a criação dos novos Estados.
Os argumentos populistas e moralistas tão em moda contra a criação, e que se sustentam no custo da implantação dos novos Estados, são ridículos comparados com o extraordinário crescimento do Tocantins e do Mato Grosso do Sul.
Agora Tapajós e Carajás continuarão à mingua enquando o Estado do Para - hoje governado pelos tucanos, sob a liderança do governador Simão Jatene - não consegue cuidar nem da região metropolitana de Belém.
Quem tem competência para criar estados é o Congresso Nacional...Vergonha para o governo do Pará, do TRE PA e do STF...
ResponderExcluir